RAQUETES, PETECAS, BOLAS E MUITA EMOÇÃO: BADMINTON E TÊNIS DE MESA AGITAM O 3º DIA DOS JOGOS INTERNOS DA ESCOLA JP.
Terceiro dia de competição levou badminton e tênis de mesa para o turno da manhã, com disputas equilibradas, torcida animada e muita energia entre os estudantes.
O terceiro dia dos Jogos Internos da Escola Estadual José do Patrocínio começou com duas modalidades que exigem velocidade, concentração, precisão e, acima de tudo, muita habilidade: badminton e tênis de mesa.
Durante o turno da manhã, enquanto a quadra da escola recebia as disputas de badminton, o recreio coberto se transformava em palco para os confrontos de tênis de mesa. Em ambos os espaços, o que se viu foi uma competição organizada, participativa e, em muitos momentos, cheia de emoção.
BADMINTON: PETECA NO AR E MUITA DISPUTA
Começamos pelo badminton, modalidade que vem ganhando espaço entre os estudantes da Escola JP graças ao trabalho desenvolvido nas aulas de Educação Física pelo professor Eder Balieiro.
Segundo o professor, há cerca de quatro anos a modalidade vem sendo trabalhada com os alunos, permitindo que crianças e adolescentes conheçam suas regras, desenvolvam suas habilidades e, agora, tenham a oportunidade de colocar em prática tudo aquilo que aprenderam durante as aulas.
Para quem ainda não conhece, o badminton é um esporte praticado com raquetes, no qual os jogadores precisam rebater uma peteca por cima de uma rede, buscando fazê-la tocar o lado adversário da quadra. Apesar de parecer simples à primeira vista, a modalidade exige bastante movimentação, reflexos rápidos, coordenação motora, agilidade, equilíbrio e capacidade de concentração.
Além da diversão e do espírito competitivo, a prática do badminton contribui para a melhoria do condicionamento físico, estimula a coordenação entre visão e movimentos do corpo e ajuda a desenvolver velocidade, resistência e percepção espacial.
E foi justamente tudo isso que pôde ser observado na quadra da Escola JP.
Rede armada, raquetes em mãos e peteca para o alto. Estava dada a largada para o tão esperado badminton!
Peteca para lá, peteca para cá. Lances rápidos, movimentos inesperados, algumas jogadas de extrema habilidade e até aquelas situações que arrancaram risadas de quem acompanhava. E, claro, não faltou torcida.
A cada ponto disputado, gritos, aplausos e comemorações tomavam conta da quadra.
A competição foi organizada em dois blocos. No Bloco A, participaram estudantes dos 6º e 7º anos, enquanto o Bloco B reuniu alunos dos 8º e 9º anos. Em ambos os blocos, as disputas foram divididas entre masculino e feminino.
Mas cada atleta não entrou nessa disputa sozinho. Ao lado dos estudantes estavam os professores que assumiram a função de técnicos e coordenadores dos respectivos participantes, acompanhando, orientando, organizando e dando aquele incentivo necessário antes, durante e depois de cada confronto.
É um trabalho que muitas vezes acontece longe dos holofotes, mas que é fundamental para que tudo funcione. São esses profissionais que ajudam a organizar suas equipes e atletas, acompanham os estudantes e garantem que cada grupo esteja preparado para entrar em quadra e representar sua turma e seu animal (a temática desse ano é Fauna da Amazônia, por isso cada turna tem um animal para representar).
Por isso, além dos atletas que estão sob os refletores dos Jogos, também é preciso reconhecer quem está ao lado deles, ajudando a transformar a competição em uma experiência de aprendizado, convivência e espírito esportivo.
Jogo após jogo, os atletas foram entrando em quadra. Alguns confrontos foram marcados pelo equilíbrio até os últimos pontos; outros apresentaram diferenças maiores entre os competidores. Mas, para quem estava conhecendo o esporte naquele momento, uma coisa ficou evidente: aos poucos, as regras, os posicionamentos, os saques e a dinâmica da modalidade foram se tornando cada vez mais familiares.
Para garantir a organização e a correta aplicação das regras, o professor Eder Balieiro também assumiu a função de árbitro das partidas. A professora Adriny Maíse, da área de Matemática, ficou responsável pelo placar, enquanto o professor Marivaldo dos Santos, também da Matemática, assumiu o microfone, anunciando os confrontos, convocando os atletas e ajudando a manter o ritmo da competição.
Etapa por etapa, os vencedores foram surgindo até que os classificados para a grande final que é sexta-feira (04/09) foram conhecidos por todos.
TÊNIS DE MESA: BOLA RÁPIDA, REFLEXO E MUITA EMOÇÃO
Enquanto as petecas voavam na quadra, no recreio coberto a velocidade era outra, mas a emoção não ficava para trás. Era hora do tênis de mesa.
Bola após bola, raquetada após raquetada, os estudantes protagonizaram confrontos que exigiram reflexo, concentração e muita precisão. A pequena bola branca atravessava a mesa em alta velocidade, obrigando os atletas a permanecerem atentos a cada movimento do adversário.
Os meninos mostraram que vieram preparados para a disputa, protagonizando confrontos bastante intensos. Mas uma novidade chamou a atenção: As meninas também marcaram presença de maneira bastante representativa na modalidade, garantindo partidas equilibradas e mostrando que o tênis de mesa também tem espaço para elas nos Jogos Internos da Escola JP.
Quem parava para assistir dificilmente queria sair antes do fim da partida. Afinal, no tênis de mesa, um único ponto pode mudar completamente o rumo de um confronto.
E assim, entre saques, devoluções, ataques, defesas e comemorações, a manhã foi avançando.
UMA PAUSA PARA RECARREGAR AS ENERGIAS
Depois de tanta movimentação, chegou a hora de uma pausa. Atletas e demais estudantes puderam se reidratar, descansar um pouco e recuperar as energias com uma merenda escolar preparada com muito cuidado pela equipe responsável pela alimentação da escola.
No cardápio, um cheiroso e saboroso estrogonofe de carne, acompanhado de uma laranja bem docinha.
Mas havia ainda outro detalhe especial naquele prato.
As verduras utilizadas na alimentação fazem parte da produção do próprio ambiente escolar, por meio do projeto “Saberes e Sabores”, coordenado pela professora Maria José Vaz Dias, iniciativa que transformou parte da área da Escola JP em um espaço produtivo.
O projeto aproxima os estudantes do cultivo de alimentos e contribui para complementar a alimentação oferecida na escola, mostrando que educação também pode acontecer na terra, no cuidado com o ambiente e na valorização de uma alimentação de qualidade.
RÁDIO ESCOLA JP WEB: CONECTADA COM O MUNDO, CONECTADA COM VOCÊ!
E se os Jogos Internos da Escola JP são destinados exclusivamente aos estudantes regularmente matriculados, a comunidade não ficou de fora.
O projeto Rádio Escola JP WEB aceitou o desafio de realizar a cobertura completa das competições nos três turnos da escola, levando os jogos para além dos muros da José do Patrocínio.
As transmissões acontecem com áudio e vídeo pelo Facebook da Rádio Escola JP WEB e também com áudio pelo aplicativo próprio da rádio, permitindo que familiares, ex-alunos, amigos e ouvintes de diferentes lugares do mundo acompanhem o que acontece durante os Jogos Internos.
Por trás das câmeras e dos microfones existe uma verdadeira equipe de estudantes.
Controladores de mesa de som, operadores de transmissão, repórteres de estúdio, repórteres de campo, fotógrafos, comentaristas e narradores. Crianças e jovens que receberam formação dentro do próprio projeto e que estão colocando em prática seus conhecimentos durante um dos maiores eventos esportivos da escola.
A missão é coordenada pelo professor Antonio Góes de Almeida Júnior, idealizador e coordenador geral do projeto Rádio Escola JP WEB.
A confiança na esquipe é tanta que durante as transmissões, o professor Marcondes Oliveira, um dos responsáveis pelo projeto Rádio Escola, deixou boa parte da operação nas mãos dos próprios estudantes. O resultado vem aparecendo a cada dia: transmissões dinâmicas, troca de câmeras, comentários, narração, entrevistas e participação dos jovens em diferentes funções técnicas.
É a educação acontecendo também por meio da educomunicação, da tecnologia e do protagonismo estudantil.
Quer conferir como foram as transmissões? Acesse os links abaixo:
1. Primeiro dia: VOLEIBOL MISTO
2. Segundo dia: QUEIMADA MISTA
3. Terceiro dia: BADMINTON
Assim chegou ao fim mais uma manhã de competições. O terceiro dos Jogos Internos da Escola Estadual José do Patrocínio (turno da manhã) mostrou que esporte também é aprendizado. É concentração, respeito às regras, trabalho em equipe, superação, convivência e, principalmente, oportunidade para que cada estudante descubra novas habilidades.
Entre petecas voando, bolas cruzando mesas, torcidas vibrando e estudantes assumindo diferentes responsabilidades, a Escola JP segue mostrando que seus Jogos Internos são muito mais do que uma competição: É educação em movimento!
E ainda tem muito jogo pela frente!
Viva o esporte!
Viva a educação!
Viva a Escola JP!
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